Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas

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Sindguarda Alagoas

O Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas (Sindguarda-AL) vem a público esclarecer que a vítima da tentativa de homicídio ocorrida no município de Campo Alegre, diferentemente do que foi divulgado pela Secretaria de Estado da Segurança Pública e por alguns veículos de imprensa, não é guarda municipal.

De acordo com informações de guardas municipais da cidade, o homem identificado como Nil, conhecido como Cobra, não faz parte da Guarda Municipal de Campo Alegre e tampouco exerce qualquer cargo público atualmente. No passado, ele atuou como vigilante contratado pela Prefeitura e chegou a prestar serviço no Centro Integrado da Segurança Pública (CISP) da Polícia Civil. No entanto, desde a realização do concurso público da Guarda Municipal de Campo Alegre, há mais de três anos, todos os contratados foram desligados ou remanejados para outras funções, e ele não exerce mais nenhuma atividade ligada à segurança pública municipal.

Diante disso, é fundamental que a informação seja corrigida para evitar equívocos sobre a identidade da vítima e sua relação com a Guarda Municipal. O Sindguarda-AL reitera seu compromisso com a defesa dos guardas municipais efetivos, do concurso público como único meio de ingresso na carreira e da valorização da categoria, em conformidade com a Lei 13.022/2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais.

O sindicato está sempre à disposição para prestar apoio aos guardas municipais e reafirma sua luta pelo respeito e reconhecimento da categoria em todo o estado de Alagoas.

Entenda o caso

A tentativa de homicídio ocorreu quando cinco indivíduos, em um carro clonado, atentaram contra a vida da vítima, jogando o veículo contra a moto que ele pilotava. Após a queda, os suspeitos efetuaram disparos, e a vítima revidou, resultando em uma troca de tiros. Ele foi atingido na perna e não há informações sobre ferimentos nos criminosos.

A polícia encontrou marcas de oito disparos no veículo dos suspeitos e já identificou os envolvidos. Informações apontam que esta não foi a primeira vez que a vítima sofreu atentados. Em ocasiões anteriores, ele foi alvejado por quatro tiros, mas sobreviveu sem ferimentos letais. As investigações continuam para a elucidação completa do caso.

A linha de investigação da Polícia Civil é de que a motivação do crime estaria ligada à atividade de segurança pública que a vítima desenvolvia naquele município, quando exercia sua função de vigilante, tendo participado da prisão de indivíduos envolvidos em tráfico de drogas, homicídios e tentativas de homicídios naquela região onde já atuou como vigilante.

Maceió (AL), 28 de março de 2025

Sindicato dos Guardas Civis Municipais de Alagoas (Sindguarda-AL)

Foto: Ascom PC-AL